Sinto-me confusa, a mercê do destino, sem um rumo a seguir.
Tudo isso por causa de palavras que não deveriam ter sido ditas, sentimentos
que nunca deveriam existir. Presa no mundo que eu mesma criei.
Vejo-me em branco e preto, uma pessoa sem identidade. Pés
descalços no asfalto. Não tenho nada a não ser meus livros e a mim mesma, que
não vale mais que os pequenos preciosos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário